
A história ultra fragmentada é narrada no fluxo de um rio dos mortos mexicano! Em busca do pai abandonador, o protagonista vai ao interior do México e acaba em uma cidadela macabara, encantadora e de uma riqueza magnética inesquecível! Os diálogos e a narração dos acontecimentos são impregnados de charme e tem cheiro de natureza, cheiro bom de mato. Toda a hora o "vento" faz alguma coisa, ou a "lua" demonstra sua influência, também o "cavalo", as velhas fofoqueiras, é sério, uma coisa linda, o tipo de texto que mais me encanta!
Uma das frases mais geniais:
''É que alegria cansa."

Perversões diversas, amores puros, vingança, maldade, redenção, caixões vizinhos, masculinidade que transborda nas palavras.
Genial!
Festa dos Mortos Aí vou eu!
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